Tratamento para
escoliose com especialista
Tratamentos modernos com fisioterapeutas especialistas em escoliose e postura.
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Paciente com histórico familiar de escoliose realizou tratamento hormonal por 1 ano e meio. Chegou ao consultório com escoliose moderada e alteração estética postural. Iniciamos tratamento combinado com fisioterapia específica e colete 3D. Atualmente, apresenta alinhamento estético adequado e escoliose estabilizada. O acompanhamento será mantido até o final do crescimento, com segurança e comprometimento.
A Paciente iniciou tratamento apresentando uma curva moderada de 30 º Cobb, com maturidade esquelética já avançada, quadro este que favorecia uma rigidez óssea maior. Apesar deste desafio, cumprimos o protocolo com a prescrição da fisioterapia especifica associada ao uso do colete 3D por 20-23 horas/dia. Atualmente a paciente encontra-se com um excelente equilíbrio postural e melhora estrutural da curva com redução de 10 graus. Estamos na fase final do tratamento, e já realizando o desmame do colete.
A escoliose é caracterizada por um desvio tridimensional da coluna vertebral, que pode se apresentar visualmente em formato semelhante às letras “S” ou “C”. Essa alteração estrutural varia em grau e impacto, dependendo de cada caso.
É importante compreender que os termos “cura” e “correção” podem assumir significados distintos dentro do contexto clínico. Em grande parte das situações, mesmo quando não há reversão total da curvatura, é possível controlar a progressão, reduzir desconfortos e preservar ou até melhorar a qualidade de vida por meio de acompanhamento adequado.
Por isso, a avaliação realizada por um profissional especializado em escoliose é essencial. Somente com diagnóstico preciso e análise individualizada é possível definir a conduta mais apropriada, considerando as necessidades e características específicas de cada paciente.
Em crianças e adolescentes, especialmente nos casos de Escoliose Idiopática, a condição geralmente não causa dor significativa, sendo mais comum que seja percebida por alterações na postura ou assimetrias do tronco.
Já em adultos e idosos, a escoliose pode estar mais frequentemente associada à dor, principalmente devido à sobrecarga muscular, desgaste das articulações da coluna e processos degenerativos.
Por isso, embora a dor não seja obrigatória, a escoliose pode causar desconforto em algumas fases da vida, e a avaliação adequada é importante para orientar o tratamento e melhorar a função e a qualidade de vida.
A escoliose pode surgir em diferentes fases da vida, porém é identificada com maior frequência durante os períodos de crescimento acelerado, especialmente na adolescência.
O tipo mais comum, conhecido como escoliose idiopática, costuma manifestar-se predominantemente entre os 8 e 12 anos de idade, fase em que o desenvolvimento corporal é mais intenso e as alterações na coluna tornam-se mais perceptíveis.
A abordagem terapêutica da escoliose é definida a partir de diversos critérios, como o grau da curvatura, a idade do paciente, o estágio de crescimento, a presença de sintomas e as características individuais de cada caso.
Entre as principais possibilidades de tratamento estão a fisioterapia específica para escoliose, o uso de colete tridimensional e, em situações mais avançadas ou progressivas, a intervenção cirúrgica.
A identificação precoce e a conduta adequada são fatores determinantes para conter a evolução da curva e promover melhor funcionalidade, conforto e qualidade de vida ao paciente.
A identificação precoce da escoliose e a conduta adequada são fundamentais para controlar a progressão da curva, melhorar a funcionalidade da coluna e a qualidade de vida, reduzindo significativamente a necessidade de cirurgia na maioria dos casos.
A cirurgia não é a única opção para tratar a escoliose. O tratamento é definido conforme o grau da curvatura, a idade e o estágio de crescimento do paciente.
Na maioria dos casos, priorizam-se abordagens não cirúrgicas com comprovação científica, como a fisioterapia específica para escoliose e o uso de colete 3D. A cirurgia é indicada apenas em situações específicas, quando realmente necessária.
Na maioria dos casos, a causa da escoliose não é única nem completamente definida. A forma mais comum é a Escoliose Idiopática, que representa cerca de 80–90% dos casos.
O termo idiopática significa que não existe uma causa específica identificada, mas sim uma condição multifatorial, envolvendo principalmente predisposição genética, alterações no crescimento da coluna e fatores neuromusculares que influenciam o controle postural.
A escoliose não é causada por má postura, mochila pesada ou hábitos do dia a dia, mas por processos biológicos relacionados ao desenvolvimento da coluna durante o crescimento.
Em resumo, a escoliose surge principalmente por uma combinação de fatores genéticos e de crescimento da coluna, e não por comportamentos ou posturas incorretas.
Mesmo quando a curvatura é considerada leve (geralmente abaixo de 20° pelo Ângulo de Cobb), estudos científicos mostram que a escoliose é uma condição progressiva, principalmente durante o período de crescimento de crianças e adolescentes. Sem intervenção adequada, muitas curvas que começam leves podem aumentar ao longo do tempo.
Por isso, as diretrizes atuais recomendam que a escoliose leve não seja apenas observada, mas que receba tratamento conservador precoce, como exercícios específicos para escoliose e acompanhamento especializado.
A escoliose pode causar alterações estéticas, impactos funcionais, repercussões emocionais, e em alguns casos até a ocorrência de dor.
Estes efeitos variam conforme cada indivíduo, levando em consideração fatores como idade, tipo de escoliose e a gravidade da curva .
O tratamento varia conforme cada caso e pode incluir fisioterapia específica, colete 3 D ou em situações indicadas, cirurgia. A avaliação especializada é essencial para definir a melhor conduta.
Até o momento, não existem evidências científicas consistentes que comprovem que o uso de mochila pesada seja causa de escoliose.
A escoliose é considerada uma condição multifatorial, podendo estar relacionada a fatores genéticos, hormonais, hereditários, congênitos e outros aspectos biológicos. Portanto, embora o excesso de peso na mochila possa gerar desconforto postural, não é reconhecido como causa direta da deformidade estrutural da coluna.
É importante ressaltar que, pacientes que possuem escoliose já diagnosticada, devem ser cuidadosamente orientados pois o uso inadequado da mochila pode contribuir para o agravamento de uma curvatura já existente.
A evolução da escoliose pode ser influenciada por fatores como crescimento acelerado, diagnóstico tardio, ausência de tratamento específico e baixa adesão ao tratamento, incluindo a não realização dos exercícios domiciliares prescritos e o uso do colete por tempo inferior ao recomendado, quando indicado.
Além disso, a falta de reavaliações periódicas pode dificultar o monitoramento da curva. O acompanhamento regular com um profissional capacitado permite identificar mudanças precocemente e ajustar o tratamento no momento adequado.
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